Caderno em branco e sapatinhos de bebê sobre uma mesa, com adultos conversando ao fundo. Não foi possível copiar a imagem para o caminho solicitado devido a uma falha do ambiente.

Nome do bebê: como lidar com sugestões e opiniões da família

Escolher o nome do bebê pode trazer uma lista de sugestões e opiniões de toda a família. O que fazer quando alguém recomenda um nome de que os pais gostam ou quando um parente já escolheu o mesmo nome para seu próprio bebê? Duas especialistas ouvidas pelo site goodhousekeeping.com dão orientações para essas situações.

Taylor A. Humphrey é consultora de nomes de bebês da What’s in a Baby Name. Jennifer Moss é fundadora e CEO do BabyNames.com. Veja o que cada uma aconselha na hora de conversar sobre a escolha.

Uma sugestão pode entrar na lista de nomes

Se outra pessoa sugeriu um nome que agradou aos pais, Humphrey afirma que eles podem usá-lo. Para a consultora, ouvir ideias também é uma forma de conhecer opções que talvez não aparecessem na busca da família. O DCM já mostrou o caso de um bebê brasileiro que recebeu o nome de Messi.

“Uma das grandes alegrias de escolher o nome de um bebê é descobrir um nome que você talvez nunca tivesse considerado”, diz Humphrey.

Considere a proximidade entre as crianças

Moss faz uma ressalva quando alguém já sugeriu o nome para o próprio bebê. Ela chama a prática de usar esse nome de “name sniping”. Para a especialista, não seria recomendável repetir a escolha se as crianças tiverem o mesmo sobrenome, morarem perto umas das outras ou frequentarem as mesmas escolas.

Humphrey considera possível usar o nome quando os primos são parentes distantes, se encontram menos de duas vezes por ano e têm mais de dez anos de diferença. As orientações das duas especialistas ajudam a pensar na convivência entre as crianças.

Repetir um nome também pode ser tradição

Há famílias em que compartilhar um nome faz parte dos costumes. Humphrey conta que trabalhou com uma família na qual todas as primas tinham Rae como segundo nome.

Os dois pais podem trazer ideias

Quando há dois pais, Moss recomenda que ambos apresentem sugestões. Assim, os dois participam da busca, em vez de uma pessoa ficar apenas com a tarefa de aprovar ou rejeitar as opções da outra.

“É difícil chegar a um nome quando um dos pais faz todo o trabalho pesado e o outro só tem poder de veto”, afirma Moss.

Ouça a família sem entregar a decisão sobre o nome do bebê

Segundo Humphrey, avós podem contribuir com informações sobre a história da família, nomes ancestrais e costumes culturais. A consultora diz, porém, que a decisão final pertence aos pais.

Uma reação negativa também não precisa encerrar a conversa. Humphrey explica que as respostas das pessoas a um nome frequentemente têm relação com seus próprios gostos, associações e experiências. “Você pode valorizar a perspectiva de alguém sem se sentir obrigado a acolhê-la”, diz. O DCM já mostrou a reação à escolha do nome do filho de uma atriz da Globo.

A escolha pode ser revista

Humphrey afirma que é comum haver algum grau de arrependimento dos pais em relação ao nome do bebê. Segundo ela, alguns decidem mudá-lo.

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